Dica da semana




Nascido em  3 de janeiro de 1892, o britânico John Ronald Reuel Tolkien (ou simplesmente J. R. R. Tolkien) passou para a História como o criador de um universo que inspiraria uma série de outras obras da literatura fantástica do século 20, com livros como O Hobbit (1937) e Senhor dos Anéis (1954), títulos que depois foram adaptados para o cinema.
A trama foca na juventude do britânico, retratando suas amizades, a passagem pela Batalha do Somme, um dos mais sangrentos conflitos da Primeira Guerra Mundial, e sua relação de amor com Edith Bratt – todas situações que o influenciaram a criar a Terra Média. 
Com direção de Dome Karukoski, o longa conta com Nicholas Hoult no papel de Tolkien e Lily Collins intepreta Bratt. A história amorosa apresenta referências de como O Hobbit pode ter surgido: ele e Bratt dão o primeiro beijo nos fundos de um teatro, onde foram tentar assistir a ópera O Anel de Nibelungo, do alemão Richard Wagner, que narra como um anão forjou um anel que é cobiçado por várias pessoas. 
O filme cria um "mito" ao redor da imagem de Tolkien, atribuindo a breves momentos de genialidade toda a criação do seu universo mágico. Porém, como os fãs já sabem, os elementos de seus livros demoraram anos para ganhar forma.

A família do autor não participou da produção, e ainda divulgou que "não aprovava o conteúdo do longa". Karukoski, o diretor, declarou publicamente que adora assistir ao filme ao lado dos parentes de Tolkien – mas isso não parece que vai acontecer. 

O longa é uma homenagem válida para a criação de Tolkien, mas pouco tocante. A emoção fica por conta de sua relação com Bratt, retratada como um amor quase proibido, e das cenas da Batalha de Somme, que mostram todo o horror de uma guerra. 





Nenhum comentário:

Postar um comentário